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Ficha técnica
Sophora japonica
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Sophora japonica

Sophora japonicaSófora-do-Japão

Selecção de rua de copa oval ascendente e regular, para arruamentos e alinhamentos onde se exige uniformidade, pegamento rápido e tolerância ao calor estival e à compactação, sem a pressão fitossanitária que hoje condiciona freixo e plátano.

  • Flores creme, ligeiramente perfumadas, em agosto e setembro
  • Copa leve e pinada que dá uma sombra fresca e recortada sobre um terraço
  • Raízes profundas e tolerância à seca depois de dois ou três verões de instalação
Tipologia vegetalÁrvore
Altura adulta12 a 20 m
Largura adultaSuperior a 12 m
Velocidade de crescimentoRápida
Persistência da folhagemCaduca
Época de floraçãoVerão
Coloração outonalAmarela ou dourada
Tolerância à secaElevada
Aplicações paisagísticasÁrvore de sombra, Parque ou Bosque, Estacionamento, Avenidas amplas, Zonas costeiras, Quebra-vento

Sobre esta cultivar

Distingue-se da espécie de semente sobretudo pela regularidade: a copa oval ascendente, mais contida e homogénea, dá uniformidade num alinhamento, ao passo que a sófora de semente tende a ramificar baixo e a abrir uma coroa larga e irregular. A folhagem pinulada, fina e brilhante, e o pegamento mais vigoroso fazem desta selecção uma opção quando o caderno…
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Distingue-se da espécie de semente sobretudo pela regularidade: a copa oval ascendente, mais contida e homogénea, dá uniformidade num alinhamento, ao passo que a sófora de semente tende a ramificar baixo e a abrir uma coroa larga e irregular. A folhagem pinulada, fina e brilhante, e o pegamento mais vigoroso fazem desta selecção uma opção quando o caderno de encargos exige exemplares comparáveis entre si e entrada em copa relativamente cedo.

No plano do comportamento no local, é das árvores de sombra mais robustas ao stress térmico: suporta calor estival prolongado, poluição atmosférica e secura uma vez instalada, comportamento que se explica por uma origem em encostas continentais da China e Coreia, de Verões quentes. A rusticidade ao frio é ampla, sem qualquer risco de stress invernal em condições portuguesas. Adapta-se a solos francos, arenosos e moderadamente calcários, desde que bem drenados; o factor edáfico decisivo é a drenagem, pois não tolera encharcamento prolongado.

Pela ausência de pressão de pragas e doenças relevante e pela tolerância à compactação e ao ar urbano, posiciona-se como alternativa de alinhamento ao freixo em contexto de chalarose e ao plátano onde se procura evitar o cancro colorido e a manutenção que este impõe. Resiste bem ao salitre em grau moderado, o que a torna utilizável em situações litorais abrigadas, embora em frente marítima exposta beneficie de abrigo durante o pegamento.

O comportamento radicular é compatível com caldeira urbana corrente quando o exemplar é conduzido com fuste direito desde a formação; em situação livre tende a ramificar baixo, pelo que a poda de formação precoce é determinante. A madeira é relativamente frágil, sendo aconselhável uma poda de estrutura que reduza a vulnerabilidade ao vento.

Floresce em panículas cremes a brancas entre Julho e Setembro, fase ornamental tardia e útil num calendário de projecto em que poucas árvores de porte estão em flor; atrai abetelhas e abelhas. A folhagem mantém-se verde até tarde no Outono, com viragem breve para amarelo. Crescimento médio mas consistente, permitindo atingir calibre de alinhamento em prazo de projecto razoável a partir de exemplar já formado.

Aconselhamento sobre esta espécie

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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