Catálogo · Amarante, Portugal

Encontre a sua árvore perfeita.

Exemplares cultivados ao longo de anos nos nossos 33 hectares em Amarante — prontos para o seu jardim desde o primeiro dia.

Diaplant · Exemplares de coleção

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Exemplares raros, esculturais, de carácter — as peças que destacamos. Cada uma moldada ao longo de anos nos nossos 33 hectares em Amarante.

Ácer-japonês
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Acer palmatum 'Dissectum'

Ácer-japonês

Acer palmatum 'Dissectum'
  • SolMeia sombra
  • Altura adulta2–3 m
  • FolhagemCaduca
  • Ritmo de crescimentoLento

Exemplar adulto de Acer palmatum ‘Dissectum’, com idade aproximada de 20 anos e produzido pela Diaplant durante os últimos 17 anos. Apresenta um tronco único com perímetro de 25/30 centímetros. O fuste mantém-se visível até ao início da copa, onde se divide em ramos principais que se prolongam horizontalmente e arqueiam progressivamente em direção ao solo. A copa assume uma forma ampla, abobadada e pendente, característica dos áceres do grupo Dissectum. Os ramos exteriores descem abaixo do nível da ramificação principal, criando um contorno semelhante a um guarda-chuva. A ramificação fina e densa preenche o interior sem ocultar totalmente a estrutura que sustenta a copa. Este exemplar tem altura de 1,50m e envergadura de 2,30m. O porte mais largo do que alto reforça o desenvolvimento horizontal da árvore e exige espaço suficiente para preservar o perfil pendente da copa. A folhagem caduca é composta por folhas profundamente recortadas, divididas em lóbulos estreitos e finamente serrilhados. Durante a primavera e o verão apresenta tonalidades verdes, evoluindo no outono para uma combinação de amarelo, laranja e vermelho. Após a queda das folhas, a estrutura arqueada da ramificação permanece visível durante o inverno. Deve ser instalado como exemplar isolado, com espaço livre em redor da copa. É indicado para pátios, jardins de inspiração japonesa, proximidade de espelhos de água ou enquadramentos diante de fachadas simples. Prefere um local abrigado de ventos secos e do sol mais intenso da tarde, com solo fresco e bem drenado.

Ácer-japonês
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Acer palmatum 'Dissectum Garnet'

Ácer-japonês

Acer palmatum 'Dissectum Garnet'
  • SolMeia sombra
  • Altura adulta2–3 m
  • FolhagemCaduca
  • Ritmo de crescimentoLento

Exemplar adulto de Acer palmatum dissectum ‘Garnet’, com aproximadamente 25 anos de idade, 2,20 metros de altura, 1,60 metros de envergadura e perímetro de tronco entre 25 e 30 centímetros. Apresenta um tronco único, elevado e bem definido, com uma ligeira curvatura antes da divisão da ramificação principal, sendo esta a curvatura a característica mais marcada e valorizada neste exemplar. O cultivar ‘Garnet’ distingue-se pelas folhas profundamente recortadas, divididas em lóbulos estreitos e finamente serrilhados. A folhagem caduca surge com tonalidades vermelho-alaranjadas na primavera, mantém uma coloração castanho-avermelhada a grená durante o verão e intensifica os tons vermelhos no outono. Na primavera produz pequenas flores púrpuras, discretas entre a folhagem, posteriormente seguidas por frutos alados de tonalidade avermelhada. Durante o inverno, a queda das folhas deixa visível a estrutura do tronco e a disposição arqueada da ramificação. É indicado para pátios, jardins contemporâneos ou de inspiração japonesa, proximidade de espelhos de água e enquadramentos diante de fachadas simples. Prefere uma posição abrigada de ventos secos, em sol moderado ou meia-sombra, com solo fresco e bem drenado.

Ácer-japonês
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Acer palmatum 'Dissectum Garnet'

Ácer-japonês

Acer palmatum 'Dissectum Garnet'
  • SolMeia sombra
  • Altura adulta2–3 m
  • FolhagemCaduca
  • Ritmo de crescimentoLento

Este é o exemplar mais maduro de Acer palmatum ‘Garnet’ atualmente disponível na Diaplant. Com mais de 25 anos de vida e um perímetro de tronco de 30–35 centímetros, apresenta uma estrutura consolidada e uma copa de grande desenvolvimento lateral. O tronco único, curto e robusto mantém-se visível sob a vegetação e divide-se numa estrutura de ramos principais distribuídos radialmente. A copa apresenta uma forma abobadada e marcadamente pendente. O exemplar tem altura de 1,30m e envergadura de 2,40m O cultivar ‘Garnet’, pertencente ao grupo Dissectum, distingue-se pelas folhas profundamente recortadas e divididas em lóbulos estreitos. A folhagem caduca surge com tonalidades vermelho-alaranjadas na primavera, mantém uma coloração castanho-avermelhada a grená durante o verão e intensifica os tons vermelhos no outono. Na primavera produz pequenas flores púrpuras, discretas entre a folhagem, posteriormente seguidas por frutos alados avermelhados. Durante o inverno, a queda das folhas revela a estrutura radial e arqueada da ramificação. Deve ser utilizado como peça central, com espaço livre suficiente para preservar o contorno pendente da vegetação. É indicado para pátios amplos, jardins de inspiração japonesa, proximidade de espelhos de água ou integração diante de uma arquitetura de linhas simples. A instalação deve assegurar abrigo de ventos secos, solo fresco e bem drenado e proteção contra o sol mais intenso.

Azevinho-japonês
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Ilex crenata

Azevinho-japonês

Exemplar de macro-bonsai adulto de Ilex crenata, conhecido como azevinho-japonês, com idade aproximada de 35 anos. Apresenta folhagem persistente, constituída por folhas pequenas, densas e de cor verde-escura, características que permitem uma poda precisa e a definição de superfícies compactas. É classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração no jardim. Neste exemplar, a copa foi conduzida segundo a formação japonesa Tama-chirashi. A vegetação encontra-se organizada em massas esféricas e ovoides independentes, distribuídas a diferentes alturas ao longo do tronco. Os intervalos entre os volumes permitem observar a ramificação interior e evitam a formação de uma copa contínua. Os volumes de maior dimensão concentram-se na metade inferior e intermédia da árvore, enquanto os elementos superiores se tornam progressivamente mais compactos. O remate é feito por uma copa arredondada bem definida. Esta sequência reduz gradualmente a massa visual em direção ao topo e reforça a orientação vertical do exemplar. Com 2,70 metros de altura e 2 metros de envergadura máxima, apresenta uma relação entre altura e largura de 1,35:1. Esta proporção vertical permite obter uma presença significativa em altura, mantendo uma ocupação lateral controlada. A escala e a configuração vertical tornam este exemplar especialmente indicado para marcar uma entrada, acompanhar uma fachada, terminar um eixo visual ou ocupar uma posição central num pátio. Pode também ser integrado junto a um espelho de água, pavimento mineral ou arquitetura de linhas simples, desde que disponha de espaço suficiente para ser observado frontalmente e em perspetiva.

Azevinho-japonês
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Ilex crenata

Azevinho-japonês

Exemplar de macro-bonsai adulto de Ilex crenata, conhecido como azevinho-japonês, com idade aproximada de 35 anos. Apresenta folhagem persistente, constituída por folhas pequenas, densas e de cor verde-escura, características que permitem uma poda precisa e a definição de superfícies compactas. É classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração no jardim. Neste exemplar, a copa foi conduzida segundo a formação japonesa Tama-chirashi. A vegetação encontra-se organizada em massas esféricas e ovoides independentes, distribuídas a diferentes alturas ao longo do tronco. Os intervalos entre os volumes permitem observar a ramificação interior e evitam a formação de uma copa contínua. Os volumes de maior dimensão concentram-se na metade inferior e intermédia da árvore, enquanto os elementos superiores se tornam progressivamente mais compactos. O remate é feito por uma copa arredondada bem definida. Esta sequência reduz gradualmente a massa visual em direção ao topo e reforça a orientação vertical do exemplar. Com 2,70 metros de altura e 2 metros de envergadura máxima, apresenta uma relação entre altura e largura de 1,35:1. Esta proporção vertical permite obter uma presença significativa em altura, mantendo uma ocupação lateral controlada. A escala e a configuração vertical tornam este exemplar especialmente indicado para marcar uma entrada, acompanhar uma fachada, terminar um eixo visual ou ocupar uma posição central num pátio. Pode também ser integrado junto a um espelho de água, pavimento mineral ou arquitetura de linhas simples, desde que disponha de espaço suficiente para ser observado frontalmente e em perspetiva.

Zimbro-da-China 'Kaizuka'
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Juniperus chinensis 'Kaizuka'

Zimbro-da-China 'Kaizuka'

Este exemplar macro-bonsai de Juniperus chinensis ‘Kaizuka’, classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração paisagística. A sua conformação é Kabudachi, estilo caracterizado por vários troncos que partem da mesma base radicular e formam uma única árvore. Neste exemplar, os troncos emergem a baixa altura, afastam-se progressivamente e sustentam diferentes zonas da copa. A variação das suas espessuras e inclinações cria profundidade e distribui o peso visual por toda a largura da planta. O cultivar ‘Kaizuka’ distingue-se naturalmente pela ramificação irregular e ligeiramente torcida. Esta característica é particularmente visível nos troncos e ramos expostos sob a copa, cuja madeira apresenta uma textura longitudinal marcada e contrasta com a densidade da folhagem. Com uma altura visual estimada de aproximadamente 1,60 metros e cerca de 2,20 metros de envergadura máxima, apresenta um porte claramente mais largo do que alto. Esta proporção reforça a leitura horizontal da copa e cria uma presença paisagística ampla sem recorrer a uma grande altura. Deve ser instalado num local com espaço lateral suficiente e com possibilidade de observação frontal e oblíqua. É especialmente indicado como exemplar isolado num pátio, numa entrada ampla, num jardim mineral, junto a um espelho de água ou diante de uma fachada de linhas simples. Um enquadramento pouco ocupado permitirá destacar o contraste entre a copa contínua e os troncos expostos.

Loropétalo
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Loropetalum chinense ‘Black Pearl’

Loropétalo

Este exemplar macro-bonsai de Loropetalum chinense ‘Black Pearl’ distingue-se pela folhagem de tonalidade púrpura muito escura, que se mantém como principal característica ornamental ao longo de grande parte do ano. Com aproximadamente 15 anos de produção e formação, este exemplar foi conduzido como Niwaki, termo japonês utilizado para designar uma árvore de jardim trabalhada através da seleção dos troncos, orientação da ramificação e controlo continuado dos volumes da copa. Apresenta uma altura de 1,80cm e envergadura máxima de 1,30m. A sua conformação é Sankan, estilo caracterizado por três troncos que emergem da mesma base radicular. Neste exemplar, um dos troncos assume a posição dominante e define o ponto mais alto da composição, enquanto os dois troncos secundários sustentam os volumes intermédios e inferiores. A diferença de alturas e a separação entre os troncos permitem observar a estrutura interior e conferem profundidade à planta. O cultivar ‘Black Pearl’ caracteriza-se pelas folhas pequenas, ovais e coriáceas, cuja coloração varia entre o púrpura-avermelhado e o bordeaux muito escuro. No final do inverno e início da primavera, a folhagem escura é complementada por uma floração rosa-avermelhada intensa. As flores surgem em pequenos agrupamentos e são constituídas por pétalas compridas, estreitas e ligeiramente onduladas, semelhantes a franjas. A sua forma e coloração tornam a floração particularmente visível sobre o fundo púrpura da copa. É indicado para utilização como exemplar isolado num pátio, junto a uma entrada, diante de uma fachada ou integrado num jardim de inspiração oriental. A folhagem escura permite também a sua utilização como elemento de contraste em composições com pedra clara, gravilha, madeira ou vegetação de tonalidades verdes.

Loropétalo
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Loropetalum chinense ‘Black Pearl’

Loropétalo

Exemplar macro-bonsai de Loropetalum chinense ‘Black Pearl’, produzido e formado ao longo de aproximadamente 20 anos. A cultivar distingue-se pela folhagem densa de tonalidade púrpura-escura a bordô, geralmente persistente em climas amenos. É classificado como Niwaki, termo japonês utilizado para designar uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração paisagística. A sua conformação é Sankan, caracterizada por três troncos que partem da mesma base radicular. Neste exemplar, os troncos apresentam diferentes espessuras e desenvolvem-se em direções distintas. Um deles assume a dominância e define o ponto mais alto da planta, enquanto os restantes distribuem a vegetação pelas zonas central e lateral da copa. A folhagem foi organizada em massas diferenciadas, separadas por espaços que permitem observar a estrutura interior. O patamar inferior apresenta maior desenvolvimento horizontal; a zona intermédia concentra o volume principal da copa; e a massa superior, arredondada e ligeiramente deslocada, conclui a silhueta assimétrica do exemplar. No final do inverno e início da primavera, a espécie produz flores perfumadas de tonalidade rosa-avermelhada. As pétalas são longas, estreitas e ligeiramente onduladas, formando flores de aspeto franjado que se destacam sobre a folhagem escura. Pela sua estrutura vertical e pela leitura individual dos três troncos, é indicado para instalação como exemplar isolado, junto a uma entrada, num pátio, jardim mineral ou diante de uma fachada de linhas simples. O enquadramento deve permitir a observação frontal e oblíqua da base comum, dos troncos e dos espaços entre as massas de vegetação.

Loropétalo
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Loropetalum chinense ‘Black Pearl’

Loropétalo

Exemplar macro-bonsai de Loropetalum chinense ‘Black Pearl’, produzido e formado ao longo de aproximadamente 25 anos. Apresenta uma estrutura multitronco, folhagem púrpura-escura e uma copa organizada em diferentes níveis. O exemplar tem altura de 2,10m e envergadura máxima de 1,60m. É classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração paisagística. A sua conformação é Kabudachi, caracterizada por vários troncos que se desenvolvem a partir de uma base comum. Neste exemplar, os troncos apresentam diferentes espessuras, mantêm um desenvolvimento predominantemente vertical e afastam-se progressivamente à medida que sustentam diferentes zonas da copa. A cultivar ‘Black Pearl’ apresenta folhagem geralmente persistente em climas amenos, com tonalidades que variam entre o bordô e o púrpura-escuro. No final do inverno e início da primavera, produz flores perfumadas de cor rosa-avermelhada, constituídas por pétalas longas e estreitas de aspeto franjado. A sua altura, a elevação das copas e a exposição dos troncos tornam-no indicado para instalação como exemplar isolado. Pode ser utilizado numa entrada ampla, num pátio, num jardim mineral ou diante de uma fachada, devendo ser colocado num local que permita observar a estrutura a partir de diferentes ângulos.

Loropétalo
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Loropetalum chinense ‘Black Pearl’

Loropétalo

Exemplar singular de Loropetalum chinense ‘Black Pearl’, com aproximadamente 30 anos de vida. A sua maturidade é visível no desenvolvimento da base, no calibre dos troncos e na estrutura consolidada da ramificação. Tem uma altura de 2,20m e envergadura máxima de 2m. É classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para integração paisagística. A sua conformação é Kabudachi, caracterizada por vários troncos que se desenvolvem a partir de uma base comum. Neste exemplar, o conjunto principal assume um crescimento predominantemente vertical, enquanto um dos eixos inferiores se prolonga para a esquerda e sustenta uma massa de vegetação mais baixa. Esta ramificação lateral introduz uma assimetria marcada e amplia a ocupação horizontal da copa. A vegetação encontra-se distribuída por patamares irregulares. A copa inferior acompanha o desenvolvimento lateral do tronco mais baixo; as massas intermédias concentram a maior largura; e a copa superior, mais compacta e elevada, define o ponto dominante da composição. Os intervalos entre os diferentes níveis mantêm expostos os troncos e permitem observar a sua separação desde a base. A cultivar ‘Black Pearl’ apresnta folhagem geralmente persistente em climas amenos, com tonalidades entre o bordô e o púrpura-escuro. As brotações recentes introduzem apontamentos avermelhados nas extremidades. No final do inverno e início da primavera, produz flores perfumadas de cor rosa-avermelhada, formadas por pétalas longas, estreitas e de aspeto franjado. Deve ser instalado com espaço lateral suficiente para preservar a extensão da copa inferior. É particularmente indicado como exemplar isolado num pátio amplo, numa entrada, num jardim mineral ou diante de uma fachada de linhas simples. A observação frontal e oblíqua permite destacar a base multitronco, a projeção lateral e a separação entre os patamares.

Pinheiro-branco-Japonês
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Pinus parviflora 'Pentaphylla'

Pinheiro-branco-Japonês

Exemplar de macro-bonsai produzido e formado no Japão, com mais de 40 anos de idade. É classificado como Niwaki, termo japonês que designa uma árvore trabalhada ao longo do tempo para utilização no jardim, através da orientação do tronco, seleção dos ramos e formação progressiva da copa. Este exemplar apresenta uma conformação Moyogi, ou ereto informal. Neste formato, um tronco único desenvolve-se através de curvas suaves e mudanças de direção, mantendo o ápice alinhado sobre a base. Os ramos distribuem-se assimetricamente ao longo do tronco, criando uma estrutura equilibrada sem assumir a rigidez de uma árvore formalmente vertical. A copa está organizada em patamares de folhagem compactos e separados, permitindo observar o percurso do tronco, a ramificação principal e a textura madura da casca. Os volumes distribuem-se a diferentes alturas e terminam num ápice largo e bem definido. As agulhas curtas, de tonalidade verde-azulada, conferem densidade aos patamares sem ocultar a estrutura da árvore. Com 2,40 metros de altura e 2 metros de envergadura máxima, a altura supera a largura em 40 centímetros. Esta relação, correspondente a uma proporção de 1,20:1, produz uma silhueta predominantemente vertical. A copa mantém densidade e presença em toda a altura, mas ocupa uma largura relativamente contida para a dimensão e maturidade do exemplar. A proporção vertical distingue este Niwaki dos exemplares de desenvolvimento mais amplo e horizontal. Permite utilizá-lo em espaços onde se pretende uma árvore madura com forte leitura em altura, sem exigir uma projeção lateral excessiva. Os mais de 40 anos de formação são visíveis no calibre do tronco, na espessura dos ramos principais, na definição dos patamares e na densidade da ramificação. A árvore apresenta uma estrutura consolidada, pronta para produzir um efeito paisagístico imediato após a instalação. É especialmente indicada como exemplar isolado num jardim residencial de gama alta, junto a uma entrada, num pátio, junto a um espelho de água ou em relação com uma fachada contemporânea. A sua silhueta vertical permite também enquadrar vistas e marcar pontos de transição no jardim.

Pinheiro-branco-Japonês
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Pinus parviflora 'Pentaphylla'

Pinheiro-branco-Japonês

Exemplar de macro-bonsai produzido e formado no Japão, com aproximadamente 50 anos de idade. É classificado como Niwaki, designação japonesa atribuída às árvores formadas especificamente para utilização no jardim através de sucessivas intervenções sobre o tronco, os ramos e a copa. A sua conformação é Kabudachi, estilo caracterizado por três ou mais troncos que partem da mesma base radicular e se desenvolvem como uma única árvore. Distingue-se de uma plantação em grupo porque não resulta da reunião de árvores independentes: os vários troncos pertencem à mesma estrutura basal e sustentam uma copa comum. Neste exemplar, a base larga divide-se a baixa altura em vários troncos de diferentes espessuras e inclinações. Os eixos laterais suportam a expansão horizontal da copa, enquanto os troncos superiores criam diferentes níveis de altura e definem o remate da composição. A diversidade de direções produz uma estrutura ampla e assimétrica, mantendo uma relação visual clara entre todos os troncos. A folhagem está organizada em patamares compactos e predominantemente horizontais. Os espaços entre os volumes deixam visíveis a base, a separação dos troncos e a estrutura dos ramos principais. As agulhas curtas, de tonalidade verde-azulada, formam superfícies densas e regulares. Com uma altura de 1,90 metros e 2,80 metros de envergadura máxima, a largura supera a altura em cerca de 90 centímetros. A proporção aproximada de 1:1,50 resulta num porte marcadamente horizontal, com o volume principal concentrado nos níveis inferior e intermédio da copa. A grande projeção lateral e a abertura dos vários troncos conferem a este exemplar uma leitura panorâmica. A base comum funciona como ponto de ancoragem, enquanto os diferentes eixos distribuem o peso visual por toda a largura da árvore. Esta configuração deve ser observada de frente e também em perspetiva, porque a separação dos troncos cria profundidade e diferentes leituras conforme o ângulo de observação. Deve ser instalado num local com desenvolvimento lateral suficiente e possibilidade de observação à distância. É especialmente indicado para pátios amplos, jardins minerais, entradas principais, margens de espelhos de água ou composições de inspiração japonesa. Um fundo visual simples permitirá destacar a divisão dos troncos e os diferentes patamares da copa.

Pinheiro-branco-Japonês
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Pinus parviflora 'Pentaphylla'

Pinheiro-branco-Japonês

Exemplar de macro-bonsai produzido e formado no Japão durante aproximadamente 60 anos. É classificado como Niwaki, termo japonês que identifica uma árvore trabalhada ao longo de várias décadas para integração no jardim, através da condução do tronco, seleção da ramificação e formação controlada da copa. Apresenta uma conformação Moyogi, também denominada ereto informal. O estilo caracteriza-se por um tronco único que sobe através de curvas sucessivas, terminando com o ápice sobre a linha da base. Os ramos distribuem-se assimetricamente ao longo dessas curvas, criando movimento na estrutura sem comprometer a estabilidade visual da árvore. Neste exemplar, o tronco mantém uma progressão vertical clara, mas sustenta ramos principais de grande comprimento e forte desenvolvimento lateral. A copa está organizada em patamares sucessivos: os níveis inferiores e intermédios são os mais largos e densos, enquanto os volumes superiores diminuem progressivamente até terminarem num ápice compacto e individualizado. Os espaços entre os patamares permitem acompanhar o percurso do tronco desde a base até ao ápice e deixam visíveis a ramificação principal e a textura da casca. As agulhas curtas, de tonalidade verde-azulada, formam superfícies densas e regulares, mantendo a separação entre os diferentes níveis da copa. Com 2,20 metros de altura e 3,10 metros de envergadura máxima, a largura supera a altura em 90 centímetros, correspondendo a uma proporção de aproximadamente 1:1,41. Esta relação produz uma silhueta ampla e horizontal, sem eliminar a leitura vertical característica do estilo Moyogi. A proporção constitui um dos principais elementos diferenciadores deste exemplar. Os grandes ramos inferiores projetam-se significativamente para ambos os lados da base e suportam extensas plataformas de folhagem. O centro de gravidade visual permanece baixo, enquanto o tronco e o ápice asseguram a progressão vertical da composição. Devido aos seus 3,10 metros de envergadura, deve ser instalado num espaço com suficiente desenvolvimento lateral e observado a alguma distância. É especialmente indicado como exemplar isolado num jardim amplo, diante de uma fachada de linhas simples, junto a um espelho de água, num pátio ou numa composição mineral. Um enquadramento visual pouco ocupado permitirá destacar a relação entre a grande largura da copa e o percurso vertical do tronco.

Amarante, Portugal

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