Diaplant
Ficha técnica
Liquidambar styraciflua
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Liquidambar styraciflua

Liquidambar styracifluaLiquidâmbar

Cor de Outono intensa para jardins de solo ácido

Espécie de copa cónica para projectos que exigem coloração outonal estável em alinhamento ou maciço estruturante, particularmente onde o solo é ácido a neutro e bem drenado e o calibre adulto pode ser acomodado em afastamento generoso.

  • Folhagem que vira a vermelho, púrpura e laranja no Outono prolongado
  • Cor que se mantém na árvore semanas a fio, até Dezembro
  • Folha palmada em estrela, com aroma resinoso quando esmagada
Tipologia vegetalÁrvore
Altura adultaSuperior a 20 m
Largura adultaSuperior a 12 m
Velocidade de crescimentoRápida
Persistência da folhagemCaduca
Época de floraçãoSem floração ornamental relevante
Coloração outonalAmarela ou dourada, Laranja, Vermelha, Púrpura, Multicolor
Tolerância à secaModerada
Aplicações paisagísticasÁrvore de sombra, Parque ou Bosque, Estacionamento, Avenidas amplas, Cortina visual, Quebra-vento

Sobre esta espécie

Atinge em cultivo 15 a 25 m com porte inicialmente cónico que se arredonda em ovo após os primeiros anos, e fuste recto que admite poda de formação para alinhamento clássico. A folha palmada de cinco a sete lobos, glabra e brilhante, vira de forma escalonada entre amarelo, laranja, vermelho e púrpura, prolongando o interesse outonal por várias semanas em…
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Atinge em cultivo 15 a 25 m com porte inicialmente cónico que se arredonda em ovo após os primeiros anos, e fuste recto que admite poda de formação para alinhamento clássico. A folha palmada de cinco a sete lobos, glabra e brilhante, vira de forma escalonada entre amarelo, laranja, vermelho e púrpura, prolongando o interesse outonal por várias semanas em condições atlânticas. Onde o Acer é o reflexo automático para coloração outonal, o Liquidâmbar oferece silhueta mais alta e mais regular, com calibre adulto compatível com avenidas e parques de média a grande escala.

Prefere solos profundos, frescos, ácidos a neutros, e tolera bem solos argilosos pesados e encharcamento sazonal, herança das suas várzeas ripícolas de origem. Em solos calcários compactos, característicos de bastantes loteamentos da faixa de Lisboa, instala-se mal e desenvolve clorose férrica; nessas condições a especificação deve recuar para outra espécie. Resiste largamente abaixo das mínimas portuguesas, pelo que o stress em Portugal é estival e edáfico, não invernal; em situação de seca severa perde folha cedo e a coloração outonal sai apagada.

O sistema radicular é superficial e expansivo, com tendência documentada a levantar pavimentos quando plantado em caldeira estreita ou próximo de edificado; o afastamento mínimo aconselhável é de 5 a 6 m em arruamento. O fruto seco e espinhoso (bola de ouriço) cai entre Dezembro e Abril e constitui inconveniente real em praças pedonais, parques infantis e zonas de circulação descalça, funcionando a espécie melhor em maciço, talude ou alinhamento sobre relvado do que em centro urbano consolidado. Quando o fruto é eliminatório existem cultivares estéreis como 'Rotundiloba' que preservam a coloração sem produção de bolas.

O perfil fitossanitário é tranquilo no contexto português: não consta das demarcações da Xylella e não partilha hospedeiros com a chalarose do freixo nem com o cancro colorido do plátano, sendo defensável como alternativa de coloração outonal em alinhamentos onde a pressão sobre o género Platanus desaconselha plantio novo. O crescimento é médio a rápido em solo adequado, com coroa funcional em praça ou avenida a partir do quinto ano após plantação de exemplar já formado.

Aconselhamento sobre esta espécie

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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