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Ficha técnica
Fagus sylvatica 'Atropurpureum'
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Fagus sylvatica 'Atropurpureum'

Fagus sylvatica 'Atropurpureum'Faia

A faia-europeia na sua versão de folha escura: púrpura intenso na primavera, carregado todo o verão, cobre e escarlate no outono. Copa ampla e densa sobre um tronco liso e cinzento, para exemplar isolado em jardins amplos, parques e quintas do Norte e do interior fresco.

  • Folha púrpura intensa na primavera que vira ao cobre e ao escarlate no outono
  • Copa ampla e densa, de 20 a 25 metros na maturidade, para exemplar isolado
  • Quer clima fresco e solo profundo, com baixa tolerância à seca
Tipologia vegetalÁrvore
Altura adultaSuperior a 20 m
Largura adultaSuperior a 12 m
Velocidade de crescimentoModerada
Persistência da folhagemMarcescente
Época de floraçãoSem floração ornamental relevante
Coloração outonalVermelha
Tolerância à secaBaixa
Aplicações paisagísticasExemplar de destaque, Árvore de sombra, Parque ou Bosque, Avenidas amplas, Cortina visual

Sobre esta cultivar

A faia-vermelha é a faia-europeia na sua versão de folha escura, e é por essa folhagem que se planta. As folhas, ovadas e brilhantes, abrem num púrpura intenso na primavera, mantêm esse tom carregado por todo o verão e viram ao cobre e ao vermelho-escarlate no outono. A copa é ampla, arredondada e densa, sustentada por um tronco direito e liso de casca cinzenta que ganha presença própria no inverno.

É uma árvore que pede espaço e tempo. Cresce devagar a um ritmo moderado e, em estado adulto, chega aos 20 a 25 metros de altura por 12 a 18 metros de largura, pelo que se destina a jardins amplos, parques e quintas onde a copa possa abrir-se sem constrangimento. Como exemplar isolado, sobre relvado ou contra um maciço de folhagem verde, é onde o contraste da folha púrpura mais se lê.

A faia é, por natureza, uma árvore de clima fresco e húmido, e é essa a primeira coisa a considerar. Prefere solos profundos, férteis e bem drenados, e dá-se melhor onde o verão não é demasiado seco nem demasiado quente: o norte litoral e as quintas do interior duriense oferecem-lhe condições próximas das ideais. Na Grande Lisboa, na Costa de Prata ou na faixa mais fresca do Algarve ocidental é cultivável em situação abrigada, com meia-sombra nas horas de maior calor e rega de apoio nos primeiros verões, enquanto se estabelece.

A tolerância à seca é baixa, e nas zonas quentes e secas do interior ou do Algarve central só prospera com rega regular durante a vida da árvore. Em contrapartida, resiste bem ao frio e, uma vez instalada no sítio certo, é de manutenção reduzida. Os frutos triangulares discretos, os fágueos, alimentam a fauna, e a folhagem púrpura mantém-se decorativa de abril a novembro, fechando a estação numa das transições de cor mais demoradas do jardim.

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A faia-vermelha é a faia-europeia na sua versão de folha escura, e é por essa folhagem que se planta. As folhas, ovadas e brilhantes, abrem num púrpura intenso na primavera, mantêm esse tom carregado por todo o verão e viram ao cobre e ao vermelho-escarlate no outono. A copa é ampla, arredondada e densa, sustentada por um tronco direito e liso de casca cinzenta que ganha presença própria no inverno.

É uma árvore que pede espaço e tempo. Cresce devagar a um ritmo moderado e, em estado adulto, chega aos 20 a 25 metros de altura por 12 a 18 metros de largura, pelo que se destina a jardins amplos, parques e quintas onde a copa possa abrir-se sem constrangimento. Como exemplar isolado, sobre relvado ou contra um maciço de folhagem verde, é onde o contraste da folha púrpura mais se lê.

A faia é, por natureza, uma árvore de clima fresco e húmido, e é essa a primeira coisa a considerar. Prefere solos profundos, férteis e bem drenados, e dá-se melhor onde o verão não é demasiado seco nem demasiado quente: o norte litoral e as quintas do interior duriense oferecem-lhe condições próximas das ideais. Na Grande Lisboa, na Costa de Prata ou na faixa mais fresca do Algarve ocidental é cultivável em situação abrigada, com meia-sombra nas horas de maior calor e rega de apoio nos primeiros verões, enquanto se estabelece.

A tolerância à seca é baixa, e nas zonas quentes e secas do interior ou do Algarve central só prospera com rega regular durante a vida da árvore. Em contrapartida, resiste bem ao frio e, uma vez instalada no sítio certo, é de manutenção reduzida. Os frutos triangulares discretos, os fágueos, alimentam a fauna, e a folhagem púrpura mantém-se decorativa de abril a novembro, fechando a estação numa das transições de cor mais demoradas do jardim.

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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