Diaplant
Ficha técnica
Acer monspessulanum
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Acer monspessulanum

Acer monspessulanumZelha

Bordo autóctone de expressão mediterrânica, a zelha distingue-se pela capacidade de formar uma copa densa e fresca em solos secos, pedregosos e calcários. As pequenas folhas coriáceas, divididas em três lóbulos arredondados, permitem-lhe conservar uma escala foliar delicada sem perder resistência ao calor e à seca.

  • Um dos bordos autóctones portugueses mais adaptados à sequia mediterrânica
  • Pequenas folhas brilhantes, coriáceas e distintamente trilobadas
  • Particular afinidade com solos pedregosos e de origem calcária
Tipologia vegetalÁrvore, Arbusto
Altura adulta4 a 8 m
Largura adulta4 a 6 m
Velocidade de crescimentoMuito lenta
Persistência da folhagemCaduca
Época de floraçãoSem floração ornamental relevante
Coloração outonalAmarela ou dourada
Tolerância à secaMuito elevada
Aplicações paisagísticasExemplar de destaque, Parque ou Bosque, Pequenos jardins, Grande vaso ou floreira, Cobertura ajardinada

Sobre esta espécie

O Acer monspessulanum é uma espécie autóctone de Portugal continental, associada a matagais, bosques mistos e encostas rochosas. Desenvolve-se como pequena árvore ou grande arbusto, frequentemente com vários troncos, atingindo geralmente 6 a 8 metros de altura e 4 a 6 metros de largura. O crescimento lento origina uma copa larga, arredondada e densamente ramificada.
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O Acer monspessulanum é uma espécie autóctone de Portugal continental, associada a matagais, bosques mistos e encostas rochosas. Desenvolve-se como pequena árvore ou grande arbusto, frequentemente com vários troncos, atingindo geralmente 6 a 8 metros de altura e 4 a 6 metros de largura. O crescimento lento origina uma copa larga, arredondada e densamente ramificada.

As folhas, com apenas 3 a 5 centímetros, apresentam três lóbulos inteiros e arredondados. A superfície superior é verde-escura e brilhante, enquanto a inferior possui uma tonalidade verde-azulada. Esta folhagem compacta e coriácea confere à copa uma textura fina, muito diferente da imagem mais exuberante dos bordos de climas húmidos.

No final de abril ou início de maio surgem pequenos cachos pendentes de flores amarelo-esverdeadas, aproximadamente em simultâneo com as novas folhas. Seguem-se sâmaras cujas asas se dispõem quase paralelamente. No outono, a copa adquire uma coloração amarela intensa, por vezes acompanhada por tonalidades alaranjadas.

Prefere pleno sol e solos bem drenados, apresentando especial afinidade com terrenos calcários, secos e pedregosos. Depois de estabelecida, tolera calor, vento, frio e períodos prolongados com pouca disponibilidade de água. Em contexto urbano deve dispor de uma área de solo permeável que permita o desenvolvimento equilibrado do sistema radicular.

É indicada para jardins mediterrânicos, projetos com vegetação autóctone, parques, pequenas praças e espaços onde se procure uma árvore de sombra adaptada a condições exigentes. Um exemplar adulto da Diaplant introduz imediatamente uma copa formada e uma estrutura de troncos que a espécie, devido ao crescimento lento, demoraria muitos anos a construir.

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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