
Acer griseumBordo-de-casca-de-papel
Um dos bordos mais expressivos durante o inverno, reconhecido pela casca castanho-canela que se desprende em lâminas finas e translúcidas. O crescimento lento transforma gradualmente o tronco e os ramos principais numa estrutura escultórica, complementada por folhagem trifoliada e intensa coloração outonal.
- Casca acobreada que se esfolia em delicadas lâminas semelhantes a papel
- Folhas compostas por três folíolos, uma configuração pouco habitual entre os bordos ornamentais
- Interesse visual crescente com a maturidade, especialmente depois da queda da folhagem
Sobre esta espécie
Originário da China central, o Acer griseum desenvolve-se lentamente como pequena árvore, frequentemente com vários troncos, atingindo cerca de 8 a 10 metros de altura e 4 a 8 metros de largura. A copa, inicialmente irregular e relativamente aberta, adquire com a idade uma silhueta arredondada e uma ramificação de grande qualidade escultórica.Ler maisMostrar menos
Originário da China central, o Acer griseum desenvolve-se lentamente como pequena árvore, frequentemente com vários troncos, atingindo cerca de 8 a 10 metros de altura e 4 a 8 metros de largura. A copa, inicialmente irregular e relativamente aberta, adquire com a idade uma silhueta arredondada e uma ramificação de grande qualidade escultórica.
A casca constitui a sua característica determinante. Nos troncos e ramos mais velhos assume tonalidades de canela, cobre e castanho-avermelhado, desprendendo-se em películas finas que permanecem parcialmente enroladas. Quando atravessadas pela luz, estas lâminas criam transparências e reflexos que mantêm a árvore visualmente ativa durante todo o inverno.
As folhas são compostas por três folíolos verde-escuros, com a página inferior verde-acinzentada. No outono, a copa passa por uma sequência particularmente rica de amarelo, laranja, vermelho e carmesim. As pequenas flores amarelo-esverdeadas surgem na primavera, seguidas por um número geralmente reduzido de sâmaras.
Prefere sol ou meia-sombra e solos férteis, frescos e bem drenados, ligeiramente ácidos a neutros. Em Portugal beneficia de uma localização protegida do calor mais intenso e de disponibilidade regular de água durante o estabelecimento. A zona radicular deve dispor de solo livre suficiente, evitando-se caldeiras demasiado confinadas ou pavimentos impermeáveis junto ao tronco.
É especialmente indicado como exemplar de destaque em jardins, pátios amplos, entradas e composições onde possa ser observado de perto. A colocação diante de um fundo perenifólio ou numa área iluminada pelo sol baixo valoriza a transparência e a cor da casca. Um exemplar adulto da Diaplant introduz imediatamente o tronco acobreado e a ramificação madura que esta espécie demora muitos anos a desenvolver.
Aconselhamento sobre esta espécie
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