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Ficha técnica
Crataegus laevigata 'Paul's Scarlet'
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Crataegus laevigata 'Paul's Scarlet'

Crataegus laevigata 'Paul's Scarlet'Pilriteiro

Floração escarlate compacta para jardins de pequena dimensão

Cultivar de pilriteiro com floração dobrada vermelho-escarlate e porte compacto, indicada quando o projecto pede um alinhamento de baixo gabarito, um exemplar isolado em praça ou uma alternativa ornamental ao Prunus em arruamento restrito.

  • Três a quatro semanas de cachos densos de flores vermelho-escarlate em Abril e Maio
  • Copa arredondada e densa de porte contido, entre 5 e 7 metros
  • No Outono a folha vira a tons quentes antes de cair
Tipologia vegetalÁrvore
Altura adulta4 a 8 m
Largura adulta4 a 6 m
Velocidade de crescimentoModerada
Persistência da folhagemCaduca
Época de floraçãoPrimavera
Coloração outonalAmarela ou dourada
Tolerância à secaModerada
Aplicações paisagísticasParque ou Bosque, Arruamentos estreitos, Pequenos jardins, Zonas costeiras

Sobre esta cultivar

Em alinhamento, ocupa o lugar normalmente atribuído a um Prunus cerasifera 'Pissardii' ou a uma Malus de porte pequeno, com vantagem clara em durabilidade e em comportamento radicular: o sistema radicular do género Crataegus é fasciculado e profundo, sem agressividade superficial, compatível com caldeiras de 1,2 a 1,5 m e com a proximidade de redes…
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Em alinhamento, ocupa o lugar normalmente atribuído a um Prunus cerasifera 'Pissardii' ou a uma Malus de porte pequeno, com vantagem clara em durabilidade e em comportamento radicular: o sistema radicular do género Crataegus é fasciculado e profundo, sem agressividade superficial, compatível com caldeiras de 1,2 a 1,5 m e com a proximidade de redes técnicas. Distingue-se da espécie-tipo pela flor dobrada vermelho-escarlate em corimbos densos, pela frutificação reduzida (vantagem em arruamento, evitando manchas sobre pavimento) e pela copa mais regular, que aceita bem poda de formação em fuste.

O porte adulto situa-se entre 5 e 7 m de altura por 4 a 7 m de coroa, com hábito arredondado denso. Em projecto, atinge-se silhueta utilizável a partir do quinto ou sexto ano de plantação em situação favorável, com crescimento lento a moderado, o que estabiliza a forma e dispensa podas correctivas frequentes. A floração ocorre entre finais de Março e Maio em condições atlânticas, com várias semanas de presença, sem fruto persistente que comprometa a leitura da coroa.

É rústico do ponto de vista edáfico, comportando-se em solos argilosos compactados e em solos calcários, desde que com drenagem mínima assegurada; tolera a poluição urbana e o vento, com salinidade moderada. A rusticidade vai até cerca de -25 °C, pelo que não há limitação invernal em território continental português, incluindo as cotas mais altas de Trás-os-Montes e Beira Interior. A tolerância ao stress hídrico estival é moderada: comporta-se sem rega de manutenção em Lisboa e no litoral norte e centro, mas no Alentejo interior e no Algarve aconselha-se rega de apoio nos dois primeiros verões.

Do lado fitossanitário, é moderadamente resistente; partilha com o género as suscetibilidades clássicas a fire blight (Erwinia amylovora) e a ferrugens do género Gymnosporangium, sem pressão epidémica documentada nas plantações portuguesas. A espécie figura na flora europeia naturalizada de longa data, sem comportamento invasor reconhecido, o que a torna utilizável em cadernos de encargos municipais com quota de espécies não problemáticas. Para o paisagista, é um recurso fiável quando se procura cor de floração intensa num gabarito que não excede o do mobiliário urbano envolvente.

Aconselhamento sobre esta espécie

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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